quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Downloads

          Neste espaço você terá acesso a manuais, leis, estudos científicos, programas, e quaisquer meios que agreguem conhecimento. Esperamos que goste e faça desta página uma fonte de pesquisa constante.


Manual de Identificação e Plantio de Mudas de Espécies Florestais


          Este material de pesquisa, desenvolvido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, dirige-se aos profissionais de áreas afins e todos os interessados em realizar reflorestamento, especialmente em terrenos de encostas.

          O manual contém fichas ilustradas de espécies florestais nativas da Mata Atlântica com a respectiva classificação, zona de ocorrência, informações ecológicas, usos, fenologia e características morfológicas que permitem a identificação das mudas. Apresenta ainda instruções de plantio adequadas às condições mais comuns na cidade do Rio de Janeiro e na Região Metropolitana. Todas as espécies apresentadas foram testadas e aprovadas em plantios realizados ao longo de mais de 20 anos pela Prefeitura do Rio, especialmente no âmbito do Mutirão Reflorestamento.

Para download clique nos volumes abaixo:
Volume 1
Volume 2
Volume 3
Volume 4


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Manutenção na trilha da Pedra da Gávea

          O dia vinte e oito de outubro, uma quinta-feira, marcou o retorno das atividades de voluntariado, em dias úteis da semana, no Parque Nacional da Tijuca.
 
Embora haja quem condene a sinalização de trilhas, sob a alegação de causar poluição visual, este recurso, utilizado em diversas partes do mundo, mostra-se fundamental para a redução de casos de pessoas perdidas na floresta.
Clique na foto para ampliá-la.
   
          A área escolhida foi a Pedra da Gávea, onde auxiliamos os monitores ambientais Dirlei, Gilson e Graziani a limpar as placas que marcam o início da trilha e a concluir a construção de uma ponte que torna mais fácil a passagem sobre um trecho escorregadio de pedras, evitando que os caminhantes se acidentem tentando atravessá-lo, ou pisem a vegetação circundante tentando evitá-lo.

Iniciada no dia do mutirão, a ponte que tem o objetivo de reduzir os impactos causados ao meio, foi inteiramente construída com recursos da floresta: pedras, terra e o tronco de uma árvore que caiu por causas naturais.
O acabamento da "obra" é feito com a compactação de pedras e terra, garantindo fixação e nivelamento do tronco ao terreno.
Clique na foto para ampliá-la.
Os voluntários do dia, Fábio e Eduardo (S.O.S. Trilhas) ao lado dos monitores Dirlei, Gilson e Graziani (também integrante da S.O.S. Trilhas, e que, neste dia, estava a serviço do Parque).

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

69º Mutirão do Parque Nacional da Tijuca - Pedra Bonita

Em primeiro plano a Pedra Bonita (vista da Pedra da Gávea) e, ao fundo, a cadeia de montanhas do setor A do PNT.
           Em  novembro, as atenções dos voluntários novamente se voltam para o setor C do Parque Nacional da Tijuca*. O mutirão do dia 6, próximo sábado, será na Pedra Bonita e terá início às 9 horas com término previsto entre 13 e 14 horas.
          Abaixo segue e-mail do coordenador do Programa de Voluntariado do PNT, com detalhes sobre o ponto de encontro e atividades que serão realizadas:

“Amigos Voluntários,

          Preparem-se, pois se o dia for como o de hoje, teremos muito calor neste sábado, no 69º mutirão na Pedra Bonita.
          O ponto de encontro será na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista (na entrada principal do PNT), às 9 horas. De lá, organizaremos as caronas para então seguir para a Pedra Bonita.
          As atividades, basicamente, serão de manutenção de trilha, onde colocaremos degraus e drenos, além de implantar um novo acesso à trilha da Agulhinha da Gávea. Colocaremos placas de sinalização e ainda teremos a oportunidade de plantar algumas mudas.
          Portanto, protejam-se, pois o calor será intenso. Levem chapéus, bonés, protetor solar e muito líquido. Usem roupas confortáveis, calçados fechados e de sola não lisa. O lanche está garantido pois atuaremos em parceria com o Instituto TerraBarsil e o HSBC.

          Até lá e um abraço.

Lucio M. Palma e a equipe de monitores ambientais do parque Nacional da Tijuca”

         A trilha é pouco acidentada, sem subidas puxadas, nem exposições a precipícios e, em cerca de quarenta minutos, chega-se ao platô, a 693 metros de altitude (Instituto Pereira Passos, mapa da cidade do Rio de Janeiro, 2007), de onde é possível avistar as zonas sul e oeste da cidade, além da Pedra da Gávea e do Morro Dois Irmãos.

É na Pedra Bonita que está instalada a plataforma de vôo livre da cidade.
Ao fundo, a praia de São Conrado.

* As montanhas mais conhecidas, que fazem parte do setor C do Parque Nacional da Tijuca, são a Pedra Bonita, Pedra da Gávea e Agulhinha da Gávea.


Clique aqui caso não esteja visualizando comentários sobre essa matéria. 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

68º Mutirão do PNT – Trilha da Pedra da Gávea

Parte dos voluntários e equipe do PNT, no início da trilha da Pedra da Gávea.
          Embora as condições climáticas, da véspera, parecessem prenunciar um novo adiamento, a chuva deu trégua para os voluntários e o mutirão do dia 24 de outubro, na Pedra da Gávea, contou com mais de quarenta participantes.
          Os trabalhos se concentraram na parte baixa da trilha, com a colocação de cerca de trinta degraus, duas pontes feitas com troncos de árvores caídas, contenção de áreas de deslizamento e manejo de flora. 

Lucio Palma, coordenador do Programa de Voluntariado do PNT, dando as instruções sobre os serviços de manutenção de trilhas que seriam realizados.
Monitores ambientais finalizando a colocação de uma ponte.
   Vídeo de Elque Silva do blog Alma Aventureira

          Durante o mutirão, uma jibóia, com cerca de dois metros de comprimento, aproximou-se lenta e pesadamente do local onde trabalhavam alguns voluntários. O animal se encontrava no estado de torpor característico de seu processo digestivo e, tranquilamente, se deixou fotografar, por alguns minutos, antes de retornar ao acolhimento da floresta.*


          Lucio Palma e a equipe de monitores ambientais do Parque Nacional da Tijuca estão de parabéns pelo desenvolvimento que a organização dos mutirões vem adquirindo, a cada evento!
          Após a conclusão das atividades, o guia Fábio Rael (Trilhas Quase Secretas) e Jeremias Freitas (Destemidos – comunidade do orkut) levaram alguns voluntários até a praia da Joatinga, o Parque do Penhasco Dois Irmãos, a Mesa do Imperador e a Vista Chinesa.

         * É importante frisar que, somente com muita cautela, foi possível fotografar a jibóia. Embora esta espécie não seja peçonhenta nem considerada agressiva, ela pode atacar, caso se sinta em perigo e é capaz de matar por constrição (enrolando seu corpo ao redor da presa e causando asfixia por estrangulamento).
          Mesmo durante o processo digestivo, algumas serpentes podem se tornar agressivas e até regurgitar o alimento, a fim de sair do estado de torpor e recuperar a agilidade de seus movimentos.
          Portanto, ao se deparar com qualquer serpente, o comportamento ideal é evitar movimentos bruscos e se afastar. A maioria dos animais só ataca quando se sente ameaçado, do contrário, evitará conflito com o homem e se afastará dele, procurando se esconder na mata.
          Evitar enfiar as mãos em tocas, troncos ocos e entre pedras, assim como andar sempre atento e se manter nas trilhas são maneiras de reduzir o risco de encontros inesperados com cobras, pois elas preferem se camuflar em meio à vegetação. Usar botas, meias e calças compridas também são importantes métodos de prevenção de acidentes.
          Em caso de picada procure imediatamente um dos pólos de atendimento do Instituto Vital Brasil.